Chefe da Fórmula E diz que corrida no Brasil ‘está próxima’
Os planos de receber um E-Prix do Mundial ABB FIA da Formula E no Brasil existem desde a primeira temporada da categoria (2014/2015) e estão mais próximos de se concretizar. Palavras do Chief Championship Officer (CCO) e um dos idealizadores da categoria Alberto Longo. Às vésperas da etapa mexicana da temporada (a segunda), ele revelou que a prova pode acontecer já na nona temporada (2023), que marca a estreia dos novos carros Gen3.
“O Brasil é um mercado importantíssimo não só para nós, mas para as marcas envolvidas na F-E. Conversamos há bastante tempo e eu diria que estamos muito próximos de que isso aconteça. Em breve podemos ter novidades. Podemos ter duas, até três etapas na América Central e do Sul”, antecipou. Ele revelou que nada menos que 116 cidades em todo o mundo manifestaram interesse em receber o campeonato no ano que vem.
Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte foram as cidades que, em maior ou menor grau, chegaram a considerar a possibilidade de receber a categoria elétrica de fórmula. As conversas mais recentes envolveram a Cidade Maravilhosa – um grupo comandado por Nelsinho Piquet, primeiro campeão da F-E, trabalhava com a possibilidade de um circuito no interior do Parque Olímpico. Que foi construído justamente no terreno em que ficava o Autódromo de Jacarepaguá. Uma solução assim favoreceria a logística, já que dispensaria alterações de trânsito e provocaria pouco impacto.
‘Fórmula 2E’
Questionado pelo Racemotor, Longo falou ainda sobre os planos de criar uma categoria elétrica de entrada para favorecer a formação de pilotos. “Está nos nossos planos, não só uma Fórmula 2E, como também uma 3E e uma 4E. Criar uma pirâmide de formação direta. Os dois últimos anos e o cenário da pandemia foram complicados para todos e nos fizeram frear o projeto um pouco, mas vai acontecer. Temos que pensar em fatores como a capacidade dos boxes nos locais que nos recebem atualmente”, concluiu.
Siga o Racemotor no: