Suzuki confirma saída da MotoGP no fim do ano

Rumores confirmados nesta quinta-feira (12): o Mundial de MotoGP perde uma equipe de fábrica ao fim da temporada. Com um comunicado curto, a Suzuki anunciou ‘estar em discussões com a Dorna (promotora da competição) para encerrar sua participação na categoria’. O que, na prática, é mais um adeus da casa de Hamamatsu. As negociações envolvem apenas a multa contratual, já que a marca havia renovado sua presença para o próximo ciclo, a partir de 2023. Da mesma forma, a Dorna busca uma substituta para manter as 24 máquinas no grid.

Como já se comentava, a situação econômica atual foi a justificativa apresentada para a saída. “Infelizmente o quadro econômico e a necessidade de concentrar esforços nas grandes mudanças que a mobilidade sofre nestes anos forçaram a Suzuki a reduzir drasticamente os custos relativos à competição. E a usar todos seus recursos financeiros e humanos para desenvolver novas tecnologias”, diz a nota.

Desde seu retorno à principal categoria da motovelocidade, a Suzuki seguiu um caminho diferente de boa parte das rivais. Sem um patrocinador principal forte, ela própria financiou sua participação (a Ecstar, que dá nome ao time, é a linha de lubrificantes da marca). E preferiu não ter equipes-satélite, que pudessem dividir os custos de desenvolvimento das motos.

Mesmo com um orçamento bastante inferior ao de Honda, Ducati, Yamaha e KTM, a Suzuki chegou ao título de 2020 com Joan Mir. O espanhol, assim como Alex Rins, busca agora um guidão para seguir na MotoGP. Mir interessaria à Honda, para a vaga de Pol Espargaro.

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